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  Aldeia do Mato

Com aproximadamente uma área de 31km2 e 750 habitantes, Aldeia do Mato, localiza-se na parte norte do Concelho de Abrantes. Tem como localidades, Pucariça, Medroa, Carreira do Mato, Cabeça Gorda, Bairros Cimeiro e Fundeiro, Bairro da Estrada, Vale de Chãs e Casais.
Virada para o Rio Zêzere, da Aldeia do Mato é possível desfrutar uma bela paisagem sobre a albufeira da Barragem de Castelo do Bode.

Aldeia do Mato, como o próprio nome indica, era terra muito rica em lenha. A sua principal produção era o pinheiro, seguida da do azeite. Hoje, a exploração florestal ainda predomina. Sabe-se que no concelho 50% do solo é afecto a este uso económico, predominando a norte onde os terrenos são mais declivosos e sendo correspondente, não só à freguesia de Aldeia do Mato, mas ainda às freguesias de Souto e Martinchel. O povoamento dominante desta zona era tradicionalmente feito por pinheiros bravos.

Actualmente, vem apresentando um aumento crescente do eucalipto, à semelhança do que se tem verificado em concelhos vizinhos. Veio favorecer esta situação a existência dum bom mercado de escoamento deste tipo de madeira para as fábricas de papel, particularmente, a localizada em Constância.

A freguesia não era centro industrial e tinha dois moinhos, uma azenha, uma fábrica de queijos e quatro lagares de azeite. Era “(...) abundante de lentilhas, de que fazem pão, com que se sustentam, tem muitas parreiras de enforcado, a que chamam labruscos, recolhe algum trigo e centeio, e é terra muito fresca, por ter muita abundância de água”, lê-se na obra “O Concelho de Abrantes - Abrantinos ilustres”.

Segundo a Memória Paroquial nos meados do século XVIII, Aldeia do Mato tinha 110 fogos e 365 habitantes. Em 1920, possuia 1220 habitantes.
Foi curato de Malta que o Prior do Crato apresentava. Esta ordem que tinha por missão assistir os peregrinos e combater os infiéis, consentia apenas no seu seio pessoas que pertencessem à mais pura e alta fidalguia. Nesta ordem, e em Portugal, o priorado do Crato, seria sua pertença, assumia especial importância. Gozava de grandes privilégios e isenções nas suas terras e os monarcas portugueses inquietavam-se com o seu crescente poderio.

Sobre D. António, Prior do Crato, lê-se em “Abrantes - Notas Históricas” que “os Abrantinos, logo que tiveram conhecimento do perigo que ameaçava a independência da Pátria, reuniram-se tumultuosamente na Casa da Câmara e imediações, aclamando, em meio de grande entusiasmo e exaltação, como legítimo rei de Portugal, D. António, Prior do Crato, filho do Infante D. Luís, natural de Abrantes”. Existe ainda informação de que “entre as povoações que seguiram o partido de D. António conta-se Abrantes no número daqueles que mais se distinguiram. Por isso Filipe I, em 1581, mandou proceder a uma devassa rigorosa. Por feliz coincidência não se tinha lavrado o auto de aclamação, e ninguém pôde ser pronunciado”.

Fonte: Anafre  —  0000-00-00 Topo da página
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