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  Aboboreira

O nome Aboboreira tem a sua origem toponímica em factores vários ainda não comprovados sobre o qual incide a sua origem.

Segundo algumas pessoas, é no fruto abóbora, que existe ainda hoje em grande abundância, que está a origem do nome aboboreira.

Segundo outras fontes, terá estado na origem do seu nome, uma razão mais voltada para a história. Terá sido um dote de terra a que davam o nome de “ eira “ que foi dado a Alguém de nome “ Abraãm “. Ficou pois a ser a eira do Abraão o que pode vir a dar mais tarde “ Abraãm + eira “ e que com o decorrer dos tempos se transformou em Aboboreira.

Existe no entanto uma outra opinião defendida devido a recolhas etnográficas efectuadas e conversas com pessoas idosas, não apontando no entanto como correcta nenhuma das razões já apresentadas mas, a origem toponímica poder-se-á encontrar na árvore de nome Figueira.

Dizem os mais idosos da aldeia que em Aboboreira existiam muitas figueiras de qualidade “abebora" às quais as pessoas ainda hoje chamam Abebreiras. Quando estas carregavam de figos, costumavam dizer : “Que bela abebereira".
Deixando esta hipótese como sendo a que mais se relaciona com o nome que a aldeia tem, pois, algumas pessoas mais idosas da terra, ao referirem-se à sua terra, dizem “Abebrera".

Apesar de pairar ainda no ar uma incógnita sobre a sua origem toponímica. Envolvida na ramagem verde das árvores, cercada de pinheiros e oliveiras, parecem lenços brancos a acenar, as casas humildes e pequenas que pouco mais são que duas centenas. Não há comodidades nem mimos, mas nada falta em cada lar, porque mesmo onde não há tudo, é suprimida a necessidade por quem tem um pouco mais e toda a aldeia vive em perfeita fraternidade. Se a surpreendermos em qualquer dos seus labores, tem sempre poesia e é sempre bela: cobre-se de flores na Primavera, aloiram-se no Verão as searas, e nas videiras são loiros também os bagos, ‘ceifa-se’ o pão, pisam-se as uvas e, sob a chuva teimosa do Inverno, apanha-se em grandes grupos a azeitona, canta-se para aquecer o frio, faz-se o azeite, mata-se o porco, cultivam-se as hortas, amanha-se a terra e explora-se o pinhal.

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