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  Mação

Não é das mais antigas povoações do Concelho, sendo provável que a sua origem anteceda a da nacionalidade. Começando por ser um simples lugar ou aldeia na dependência de Belver, até ao reinado de D. Dinis em que já possuía alguma importância, e serviu de base a longa disputa entre os Reis e a ordem de Malta na altura em que os monarcas queriam concentrar poderes. Há quem se incline a atribuir o nome de Mação ao termo latino mansionem de mansionis que significa albergue. Mas tal derivação nem se coaduna com as leis de fonética.

Na opinião do toponímista Dr. Joaquim da Silveira o étimo respectivo poderá estar no antigo português "maçom" (pedreiro, canteiro,alvener) do latim vulgar macione - machio-nis de origem germânica correspondente ao francês maçon e antigo provençal masson de igual sentido. Na Idade Média, o termo masson designou o simples artifície ou o director, ou o mestre de obras, o arquitecto.
A freguesia de Mação e os seus arredores conservam em si um grande património arqueológico como comprovado em Março de 1943 com a descoberta, nos Paços do Concelho, de um grande depósito construído para esconderijo de objectos pessoais ou talvez para homenagem religiosa. Entre o espólio foram descobertos foices, lanças, machados, argolas de adorno, fragmentos de punhais, braceletes, estiletes, que segundo especialistas como o arqueólogo Eugénio Jalhay podem ser datados entre 1200 e 900 a.C. Existem ainda vestígios da presença de outros povos por todo o Concelho. Foi já durante o reinado de D. Dinis que Mação viu a sua importância reforçada. Tal como por toda esta região aqui estiveram templários e cavaleiros Hospitalários com sede em Belver.
O primeiro foral foi-lhe concedido pela Rainha Santa Isabel sendo renovado em 1355 por D. Pedro I, sendo já nesta altura um Concelho. No entanto, mais tarde Mação passa para o concelho de Proença a Nova readquirindo a sua "autonomia" no final do séc.XIX. Da arquitectura religiosa da Vila de Mação destacam-se a Capela da Misericórdia onde se pode admirar, um nicho com a imagem de S. Maria de Mação em pedra de ançã do séc.XV vinda da região de Coimbra.
Também a Igreja Matriz merece destaque, construída em 1597, expõe elementos artísticos de rara beleza da arte portuguesa como os azulejos padronizados, com cercadura polícromados do séc. XVII, e talha dourada do séc.XVIII nos altares e capelas. Por entre a cobertura de azulejo podemos reparar em vários registos figurativos, polícromados de passagens bíblicas como a Visitação ou a Árvore de Jesse.
Localidades - Caratão, Carregueira, Casas da Ribeira, Castelo, Corga, Mação, Pereiro, Rosmaninhal, Santos e Vale de Abelha.

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