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  O dialeto alveguense

Na região de Alvega trocavam-se os sons “am”, por “em” ou “in”; as terminações “al” em “el”, “aco” por “eco”, “ar” em “er”, “ano” em “eno”, “arra” em “erra”, etc, trocando deixaram por deixerem, fizeram por fizerem o fizerim; maioral por maiorel; cear por cier, fumar por fumer, cigano ou cigana por cigueno e ciguena; buraco por bureco, etc, etc, formando um autêntico dialeto.

Hoje em dia ainda se podem encontrar traços desta forma de dialeto, embora em declínio.


  Antonho  —  António
  Ricolano  —  Herculano
  Arcolano  —  Herculano
  Ferrenando  —  Fernando
  Burrenardo  —  Bernardo
  Anível  —  Aníbal
  Mnel  —  Manuel
  Quemintele  —  Pimentel

  Barafuso  —  Parafuso
  Piéda  —  Piada
  Inxeda  —  Enxada
  Pier  —  Piar
  Mensa  —  Mesa
  Quedinho  —  Queitinho
  Telhédo  —  Telhado
  Campar  —  Ganhar
  Borraceira  —  Nevoeiro
  Lindrisca  —  Pequena e atrevida
  Malaquéo  —  Indivíduo sem habilidade
  Bichanar  —  Falar baixo
  Matrafona  —  Mulher mal feita
  Bilhardeira  —  Desavergonhada
  Andaço  —  Epidemia
  Baraço  —  Cordel
  Farrenél  —  Farnel
  Salriscar(er)  —  Salpicar
  Caxinar(er)  —  Bater
  Apilhar(er)  —  Acertar com objecto
  Movilha  —  Mobília
  Quementa  —  Pimenta
  Arplano  —  Aeroplano
  Piel  —  Poial
  Placho  —  Pássaro
  Algueder  —  Alguidar
  Drumir  —  Dormir
  Drento  —  Dentro
  Estômado  —  Estomago
  Apense  —  Apêndice
  Cassola  —  Cassarola
  Aprecier  —  Apreciar
  Pinguedo  —  Pingado
  Anemel  —  Animal
  Guiterra  —  Guitarra
  Grimpa  —  Chiba
  Amiacédo  —  Ameaçado
  Sengue  —  Sangue
  Gabirú  —  Malandro
  Estrapaçar  —  Assustar
  Acagaçar  —  Assustar
  Estrapaço  —  Susto
  Cagaço  —  Susto
  Framacete  —  Farmacêutico
  Cheberra  —  Cabra
  Infier  —  Enfiar
  Copa  —  Fato
  Farpela  —  Fato
  Fugim  —  Fugi
  Comim  —  Comi
  Mexim  —  Mexi
  Derregar  —  Dissolver, cal
  Ir a trancos de   —  Ir atrás de
  Estar em pelacho  —  Estar nú
  Estar em pelicó  —  Estar nú
  Estar em pelota  —  Estar nú
  Esterrincar ou estarrincar  —  Ranger o dente
  Boer  —  Beber
  Boídas  —  Bebidas
  Suer  —  Suar
  Pachovadas  —  Asneiras
  Briguer  —  Brigar
  Resgar  —  Rasgar
  Resgado  —  Rasgado
  Constipédo  —  Constipado
  Farronca  —  Prosápia
  Galhabana  —  Maltês
  Esacamunguer  —  Escamungar, matar
  Escamunguedo  —  Escamungado, malvado
  Aquais  —  Quase
  Amaldiçoedo  —  Amaldiçoado
  Arrebintar  —  Rebentar
  Intarrar  —  Enterrar
  Talisca  —  Brecha no terreno, vala natural
  Engarrada  —  Desflorada
  Intarrado  —  Enterrado
  Grafanhoto  —  Gafanhoto
  Maranhoto  —  Malandrote
  Matuto  —  Cínico, reservado
  Mirredo  —  Mirrado
  Quémédo  —  Queimado
  Dengosa  —  Vaidosa
  Mergulhoa  —  Pouco asseada
  Gaifona  —  Carreta
  Lambuça  —  Indivíduo pouco asseado
  Carantonha  —  Cara feia
  Resmorder  —  Refilar, resmungar
  Galhofar  —  Troçar
  Lambeta  —  Comida
  Paspalhão(ona)  —  Palhaço(a)
  Camorço  —  Magro
  Chaveco  —  Que não presta, bera
  A-tira-gato  —  A puxar à frente
  Grazinhar(er)  —  Discutir, ralhar
  Escrafunchar  —  Esgaravatar, rapar
  Entrenoitado  —  Estremunhado
  Estravantar  —  Deixar de chover
  Rechelo  —  Gado miúdo
  Avesar  —  Acostumar
  Pantar  —  Pôr
  Já é véspera  —  Já é tarde (depois da sesta)
  Estarnantontem  —  Trans-anteontem

Adaptado de “O Homem de Aritio“ de Manuel Victória  —  2002-06-16 Topo da página
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